Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2012

Ecossistema

Entende-se por ecossistema o conjunto de organismos vivos que habitam um determinado espaço fisíco e as suas inter-relações , entre si, e, com o seu ambiente.

publicado por soloquente às 23:12
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Segunda-feira, 6 de Fevereiro de 2012

SIGNO

A Língua é um sistema, de sinais, ou de símbolos que serve de meio de comunicação. Por símbolo entendemos aquilo que por convenção, se substitui, a qualquer coisa, aquilo que está no lugar de outra coisa. A esses sinais, ou símbolos, é costume dar a designação de signos. Logo, a língua ou linguagem é um sistema de signos.[1]

 

 

 

O desenho é uma linguagem... (continuação)[2]

 

 

 

[1] Segundo a definição extraída de: SAUSSURE, Ferdinand, “Curso de linguística geral”, Editorial D. Quixote, Lisboa.

[2] Para melhor compreensão da ideia, de desenho enquanto linguagem, veja os exercícios, da sombra ao desenho em: http://teoriadodesign.blogs.sapo.pt/

publicado por soloquente às 14:55
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Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2008

O signo linguístico

 

             A Língua é um sistema, de sinais, ou de símbolos que serve de meio de comunicação. Por símbolo entendemos aquilo que por convenção, se substitui, a qualquer coisa, aquilo que está no lugar de outra coisa. A esses sinais, ou símbolos, é costume dar a designação de signos. Logo, a língua ou linguagem é um sistema de signos.

 

            “Signo linguístico” é segundo Saussure[1] (1857- 1913), o produto de uma associação da mente humana, entre um conceito, ou ideia, e, uma imagem acústica. Cada objecto (ou série de objectos) está representado, na linguagem, por determinadas palavras; no entanto entre o objecto e o conjunto de sons que constitui a palavra, está o espírito[2] de quem fala: é na mente do falante que se opera a associação psíquica do conceito com a imagem acústica. Assim o signo linguístico é o elemento que existe no nosso espírito para designar qualquer coisa.

             O nome não está directamente ligado à coisa que enuncia, mas representa-a através do conceito que dessa coisa se forma na nossa mente. Para Saussure, o significado é o conceito, a ideia e o significante é a imagem acústica.

                A nota dominante do signo linguístico, na opinião de Saussure, é a sua arbitrariedade (ou imotivação). Assim para este autor, não há motivo algum para que seja um certo signo acústico, e não outro qualquer, o que designa uma certa coisa; não há motivo para estabelecer-se uma relação evidente entre o significado e o significante. Pelo contrário: essa associação seria puramente convencional. O que parece certo. Embora a expressão “convencionalidade do signo linguístico”, proposta por outros linguistas seja talvez mais correcta e rigorosa que a palavra arbitrariedade (no sentido de aleatório, ou não sujeito a regras.), pois indica uma relação motivada pela necessidade, uma convenção portanto. É ainda lícito questionar se essa arbitrariedade de que fala Saussure, na realidade essa ausência de nexo, entre significante e significado, entre ideia, e imagem acústica que hoje dificilmente se encontra não terá existido em estádios mais antigos da linguagem, de que a situação específica das onomatopeias seria exemplo, embora realçando que mesmo nestes casos, estas diferem de língua para língua[3], revelando, talvez, o seu carácter essencialmente convencional.



[1] SAUSSURE,  Ferdinand, “Curso de linguística geral”,  Editorial D. Quixote, Lisboa.

[2] Entenda-se aqui, espírito como movimento da inteligência. N.A.

[3] Vejam-se as onomatopeias da banda desenhada: o riso espanhol, ou o ladrar de um cão inglês que na língua portuguesa, traduzem-se respectivamente por HÁ, há, ou Ão, ão…

 

publicado por soloquente às 21:10
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Sexta-feira, 18 de Janeiro de 2008

Ainda sobre a teoria do design...

As disciplinas teóricas que têm como objecto de estudo a actividade humana e que utilizam conhecimentos daquilo a que estamos habituados a designar por ciências humanas, como a psicologia ou a antropologia, mas que também utilizam conhecimentos, das ciências cujos métodos conduzem a leis, formuláveis de maneira concisa, as quais se repetem invariavelmente, na relação dos fenómenos entre si, como a física. Que combinam conhecimentos matemáticos, com outras áreas como a ergonomia, ou as ciências da terra, ou até com as artes, a escultura, a pintura, o cinema, o teatro... etc. Não deixam de ser consideradas científicas por não conduzirem a leis e fórmulas imutáveis. Por serem muitas vezes hesitantes na abordagem dos problemas que pretendem resolver, variadas nos métodos; tentando estabelecer com rigor e objectividade aproximações e correlações, entre o que é vário e mutável como o espírito humano, para combinar relações, por vezes ainda vagas e dispersas, não deixam de produzir resultados, muitas das vezes imprevistos que normalmente se enquadram naquilo que se designa por inovação e criatividade. É assim a teoria do design.

publicado por soloquente às 00:03
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